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| Bertil e Barbora: amizade improvável. |
Surpreso diáriw, em abril de 2015 duas pinturas grandes e das mais valiosas da artista Barbora Kysilkova foram roubadas à luz do dia da Galleri Nobel no centro da cidade de Oslo. Apreensiva diante da situação, Barbora acompanha a investigação que descobre quem são os ladrões que irão a julgamento. Embora o mandante do crime seja desconhecido, a artista tem curiosidade de conversar com um dos ladrões, o norueguês Karl Bertil Nordland, um criminoso de currículo extenso. Obviamente que existe a curiosidade da pintora descobrir mais sobre o caso, mas enquanto Bertil argumenta não lembrar de nada devido ao efeito das drogas, Barbora começa a se interessar pela história pessoal rapaz. O laço entre os dois se firma de vez quando ela o utiliza como modelo para um dos seus quadros e ele fica em choque e depois chora ao ver a obra pronta. A cena foi a que motivou o diretor Benjamin Ree a estender as filmagens de seu curta-metragem por anos e acompanhar aquela relação de amizade improvável de 2016 até 2019. No decorrer dos anos conhecemos um pouco mais sobre a o passado de Bertil e sua capacidade autodestrutiva e como isso provocou alguma identificação em Barbora que canaliza esta energia perigosa para fazer arte. Premiado em Sundance, o filme se desenvolve de forma surpreendente e possui cenas marcantes, como aquela em que Bertil lembra quando foi afastado dos irmãos ainda muito pequeno, sua carreira como marceneiro e o trabalha com crianças com dificuldade de aprendizagem antes do vício em substâncias ilícitas. Enquanto isso Barbora a se sentir uma pessoa pior quando começa a fazer terapia. Fosse uma obra de ficção, A Artista e o Ladrão seria considerado absurdo, mas é uma história real emocionante sobre vidas opostas que se encontram.
A Artista e o Ladrão (Kunstneren og tyven / Noruega - EUA/ 2020) de Benjamin Ree com Barbora Kysilkova, Karl Bertil Nordland e Øystein Stene. ☻☻☻☻

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