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| Breeds: o legado da agente Starling. |
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
NªTV: Clarice
sábado, 15 de agosto de 2026
NªTV: Diários de Um Robô Assassino
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| Alexander: ótima fase. |
terça-feira, 4 de agosto de 2026
NªTV: DTS St. Louis
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| Jason e David: nada é o que parece. |
domingo, 2 de agosto de 2026
NªTV: Proud
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| Ignassy: a vida em julgamento. |
sábado, 11 de julho de 2026
NªTV: O Segredo de Widow's Bay
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| Rhys: maldição turística. |
segunda-feira, 22 de junho de 2026
NªTV: Margô Está em Apuros
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| Elle: carreira em alta. |
sábado, 20 de junho de 2026
NªTV: Spider-Noir
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| Spider: Cage em boa forma. |
sábado, 30 de maio de 2026
NªTV: Pela Metade
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| Bell e Gadd: relação pesada. |
domingo, 24 de maio de 2026
NªTV: Kylie
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| Kylie: vida e música pop. |
domingo, 5 de abril de 2026
PL►Y: Emergência Radioativa
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| Massaro: catástrofe histórica. |
NªTV: Rivalidade Ardente
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| Hudson e Connor: pegando fogo. |
domingo, 8 de fevereiro de 2026
NªTV: Pluribus
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| Rhea: contra o coletivo |
sábado, 7 de fevereiro de 2026
NªTV: Stranger Things - Temporada Final
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| Noah: um novo X-Men |
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
MELH✪RES DA TV EM 2025
Com já escrevi por aqui, minha rotina mudou tanto em 2025 que foi difícil assistir filmes e escrever por aqui. Imagina então ver séries que demandam ainda mais tempo! No entanto, tive algumas produções favoritas ao longo do ano e elas aparecem nesta postagem. Lembrando que nem todas tive tempo de escrever aqui no blog, mas, prometo que assim que possível escreverei sobre elas. A seguir as produções que fizeram minha TV mais interessante:
►ATRIZ COADJUVANTE
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
NªTV: O Lendário Martin Scorsese
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
NªTV: O Estúdio
Durante o período que estive afastado aqui do blog eu assisti uma série que foi muito comentada na época, mas que preferi aguardar todos os episódios estarem disponíveis para ver. A série em questão é O Estúdio da AppleTV que se tornou a recordista de indicações na história do EMMY - das quais recebeu doze prêmios (entre eles série de comédia, direção e ator de comédia). Idealizada por Seth Rogen, a série é uma grande chacota com a indústria cinematográfica e possui tantas referências, piadas e provocações ao meio que é até difícil destacar qual é a melhor. Seth vive Matt Remick, um produtor que ganha a tarefa do dono do estúdio (papel de Bryan Cranston) de ser o diretor do estúdio. O que parece ser o sonho de sua vida, começa a apresentar os efeitos colaterais quando precisa lidar com seu gosto por fazer arte e a necessidade de gerar lucro. Além disso, existe um punhado de egos no caminho para lidar e uma equipe barulhenta que sempre dilui suas certezas sobre o que é certo fazer ou não. Composto de onze episódios a primeira temporada investe em um ritmo caótico, que na grande maioria das vezes não deixa pausas para respirar e investe em longos planos sem cortes. Existem trocentas participações especiais por aqui (a minha favorita é a de Martin Scorsese vivendo ele mesmo em momentos complicados com sua relevância artística em contraposição com valores monetários desejados pelo estúdio. Martin está tão bem no papel dele mesmo que foi indicada ao Emmy de ator coadjuvante), assim como momentos de pura galhofa como aquele episódio do Globo de Ouro em que todo o drama gira em torno de um discurso de agradecimento. Sei que pelo tempo que demorei para postar sobre a série você já deve ter assistido, mas se não assistiu, vale a pena dar uma chance para uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Vale dizer que Seth Rogen me surpreendeu ao investir em um projeto tão ambicioso e que utiliza seu talento para além do besteirol. Em diversas vezes tenho a impressão que sua habilidade de rir de si mesmo está exposta em vários momentos, assim como o dom de olhar com cinismo e ternura para o trabalho a que se dedica desde que recebeu algum destaque na série Freaks and Geeks (1999). Claro que quem é cinéfilo de verdade irá apreciar ainda mais as camadas sobrepostas de piadas que temos aqui sobre o mundo as celebridades e seus projetos, meu único problema com a série é o último episódio que destoa de todo o resto e funciona como um anti climax a tudo que se viu até ali.
O Estúdio (The Studio / EUA - 2025) de Seth Rogen, Evan Goldberg e Peter Huyck com Seth Rogen, Catherine O'Hara, Ike Barinholtz, Chase Sui Wonders, Kathryn Hahn, Dewayne Perkins, Nicholas Stoller, Dave Franco e Bryan Cranston. ☻☻☻☻
terça-feira, 28 de outubro de 2025
NªTV: Boots
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| Miles Heizer (em destaque): crescimento árduo. |
sábado, 18 de outubro de 2025
NªTV: Máscaras de Oxigênio não Cairão Automaticamente
Contar uma história sobre um período tão sombrio quanto à propagação da AIDS nos anos 1980 não é tarefa fácil. No cinema já vimos vários filmes sobre o assunto, mas quando se trata deste período no Brasil a coisa complica. Geralmente aparece como pano de fundo da biografia de algum artista como recentemente em Homem com H (2025). Em termos de televisão a coisa fica ainda mais restrita por aqui. A HBO já se aventurou por este território nos EUA várias vezes, seja com os telefilmes E A Vida Continua (1993) e Normal Heart (2014) ou com a genial minissérie Angels in America (2003), agora chegou a vez do canal abordar esta história em terras brasileiras com Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente, que após concluir a exibição semanal de seus cinco episódios dirigidos por Marcelo Gomes e Carol Minêm o programa está disponível na HBOMax. Baseado em um história real sobre comissários de bordo que contrabandearam AZT para o Brasil quando o medicamento ainda era proibido por aqui, a trama gira em torno principalmente de Nando (Johnny Massaro), um jovem comissário de bordo que escuta os comentários sobre a AIDS classificando-os como uma paranoia. Nando é gay assumido e colhe os frutos da revolução sexual e do amor livre das décadas passadas sem pestanejar. Ele é um retrato bastante crível de como a doença surgiu como um verdadeiro pesadelo rotulada pelo preconceito que a considerava uma "peste gay", termo impregnado de conotação moralista. Acontece, que como o roteiro ressalta muito bem, o rótulo serviu somente para atrasar a compreensão do que estava acontecendo enquanto homens e mulheres, homossexuais ou não começaram a se infectar e propagar a doença. Não é por acaso que Nando tinha um relacionamento clandestino com um jogador de futebol e uma das personagens se contaminou com o marido que mantinha um caso com uma mulher trans. A minissérie parece como uma amalgama de personagens que ilustram situações que se tornaram trágicas no período. No entanto, para além da doença, os soropositivos precisavam lidar com o preconceito seja de suas famílias, da política, da mídia ou de qualquer outra instância. O roteiro faz várias alusões a artistas que se infectaram com o vírus e precisavam ser discretos com relação a isso e no meio do caos. É neste cenário que Nando se envolve num esquema de contrabando de medicamentos para o Brasil, de início para beneficio próprio ao descobrir que contraiu o vírus, depois para ajudar outras pessoas que sofriam da mesma situação. Existem outras tramas no meio do caminho (especialmente envolvendo a Lea, a comissária de bordo vivida por Bruna Linzmeyer e melhor amiga de Nando), mas o motor do programa é a situação sufocante dos personagens perante a sensação de que a morte estava próxima e ninguém fazia nada para impedir. Embora considere que a minissérie faça um ótimo trabalho na construção da tensão vivida no período, em alguns momentos acho que ela erra pelo tom adotado que tornam situações um tanto festivas em demasia. Entendo que a comunidade LGBTQIAPN+ sempre curtiu baladas e tal, mas em alguns momentos soa um tanto forçado em cena, assim como alguns diálogos e estéticas que fazem mais sentido hoje do que naquele tempo. Em vários momentos o anacronismo grita, mas entendo que foi feito assim para dialogar melhor com o público atual. No fim das contas, a minissérie conta como o Brasil se tornou referência no que diz respeito ao tratamento e prevenção da AIDS no sistema de saúde pública. Afinal, a medicação que é alvo de tantos esquemas e polêmicas na série, passou a ser fornecido aos portadores de HIV através de ações governamentais. Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente pode ter seus deslizes, mas é uma obra importante sobre um tema que merece ser mais lembrado entre nossas produções audiovisuais.
Máscaras de Oxigênio não Caírão Automaticamente (Brasil / 2025) de Marcelo Gomes e Carol Minêm, com Johnny Massaro, Ícaro Silva, Bruna Linzmeyer, Carla Ribas, Hermila Guedes, Kika Sena, Júlio Machado, Lucas Drummond e Sergio Menezes. ☻☻☻☻
domingo, 10 de agosto de 2025
NªTv: Dept Q.
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| Salim, Goode e Leah: investigações em meio a traumas do passado. |
domingo, 3 de agosto de 2025
NªTV: Morrendo por Sexo
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| Rob e Michelle: morrendo de desejo. |
Quem acompanha o blog deve ter percebido que estou um pouco afastado de séries de TV. Confesso que comecei a ver várias novas temporadas e não consegui avançar muito para comentar por aqui. No entanto, recentemente finalmente consegui ver algumas que me prenderam atenção (e devo comenta-las ao longo do mês de agosto). Uma delas foi Morrendo por Sexo do FX, que por aqui fica no streaming da Disney+ (o que não deixa de ser interessante perante o título em português). Não sei se já comentei por aqui, mas faz poucos anos que meu pai faleceu por conta de um tumor no cérebro e desde então - e após ficar dois meses com ele no hospital, tenho dificuldades de acompanhar narrativas sobre doenças, quimioterapia, radioterapia, estágio quatro... mas depois de assistir um trailer com Michelle Williams fazendo algumas coisas que não lembro de tê-la visto fazer antes, fiquei bastante curioso. A atriz que já conta com cinco indicações ao Oscar e nenhuma vitória tem encontrado na televisão um espaço mais do que promissor para o seu talento. Em Fosse/Verdon (2019) ela foi premiadíssima ao viver a Senhora Bob Fosse com todo o rigor que merecia e, ao que tudo indica, sua performance por Morrendo por Sexo deve ir pelo mesmo caminho, afinal, o papel de Molly Kochan a permite transitar entre o cômico e o trágico com uma desenvoltura que poucas vezes tive a oportunidade de ver uma atriz realizar. Bom que logo no primeiro episódio o programa espanta qualquer semelhança com The Big C (2010-2013) com Laura Linney e, melhor ainda, a produção se encerra no oitavo episódio sem deixar chances para que novas temporadas coloquem em risco tudo o que foi construído ao longo da temporada. No primeiro episódio, Molly está um tanto cansada de ver seu marido (Jay Duplass) ter se tornado seu cuidador. A mulher está com a libido lá em cima e o marido só consegue olhar para ela como se fosse alguém doente prestes a morrer. A postura dele faz com que Molly já estivesse prestes a ser enterrada viva. Não demora muito para que ela perceba que se quiser aproveitar o tempo de vida que lhe resta, precisa se distanciar dele. Ela então mergulha em uma jornada bastante pessoal em busca de desejos que nunca foram explorados. No entanto, desbravar o mundo de sua sexualidade também esbarra em lidar com assuntos delicados de sua infância que nunca foram devidamente cicatrizados. Coloque aí um pouco da relação complicada com a mãe (Sissy Spacek), a parceria de longa data com a melhor amiga Nikki (Jenny Slate) e o uso de um aplicativo cheio de machos doidos por fetiches e Morrendo por Sexo consegue conciliar um tema tão delicado quanto o câncer com sensualidade, profundidade e muito bom humor. Destaque a parte são os parceiros sexuais que Molly encontra pelo caminho, especialmente o vizinho vivido por Rob Delaney que está perfeito como o objeto de desejo mais inesperado que ela poderia encontrar. Morrendo por Sexo se equilibra sobre o fio da navalha e muito se deve ao trabalho profundamente comprometido de Michelle em dar vida à uma mulher que se recusa a morrer antes da hora. Entre risos e lágrimas (além de imagens penianas) a minissérie caiu nas graças do Emmy que a indicou em nove categorias no páreo das minisséries, entre elas: melhor minissérie, atriz (Michelle), atriz coadjuvante (Slate), ator coadjuvante (Delaney), direção, roteiro e casting.
Morrendo por sexo (Dying for Sex / EUA - 2025) de Elizabeth Meriwether e Kim Rosenstock com Michelle Williams, Jenny Slate, Rob Delaney, Jay Duplass, Sissy Spacek, Kelvin Yu, David Rasche, Esco Jouley, Margaret Cho e Zack Robidas, ☻☻☻☻

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